Lucea

Lucea

a pulseira não diz só quem ela é: diz o que fazer

Quem encontra encosta o celular. A ficha abre sozinha, sem instalar nada e sem cadastro, e mostra a instrução de socorro, para quem ligar e como mandar a localização.

Criar minha ficha Ver a diferença

R$ 19/mês para uma pessoa, com o kit grátis ao assinar e fidelidade de 12 meses no mensal. R$ 199/ano à vista, sem fidelidade. Para cuidar de mais de uma pessoa, R$ 39/mês.

Abrir uma ficha de demonstração

lucea

lu·ce·a  ·  do latim lux, lucem, luz  ·  a mesma raiz de lúcido e elucidar

Que lança luz sobre. Que torna claro o que fazer.

Um rastreador diz onde a pessoa está. Uma etiqueta diz quem ela é. Nenhum dos dois diz a quem a encontrou o que fazer nos próximos trinta segundos, e é isso que decide o desfecho.

A diferença

Todas as pulseiras dizem que ela é diabética.

Só uma diz o que fazer com isso. E é o que muda o desfecho, porque quem está ali na frente é um vizinho, não um médico.

O que já existe no mercado
Ficha de identificação
Marlene Ferreira78 anos
Diabética
Tem Alzheimer
Observação

Falar com calma

Ligar para Henriquefilho

Informa. E quem lê não sabe o que fazer.

Lucea
Pessoa em risco
Marlene Ferreira78 anos
Alzheimer

Pode não saber onde está nem o caminho de casa. Fique junto e ligue.

Diabetes

Se houver confusão, tremor ou suor frio, pode ser açúcar baixo: dê algo doce se conseguir engolir. Se estiver inconsciente, não dê nada pela boca: ligue 192.

Ligar para Henriquefilho · (11) 98528-0174

Instrui. E quem lê age em cinco segundos.

A família não escreve a instrução. Ela escolhe a condição, e o texto vem de um catálogo escrito uma vez e revisado.

Para alinhar desde já

O que a Lucea não é.

Três coisas que é melhor você saber agora do que descobrir no dia em que precisar.

Não é rastreador, e não tem GPS.
Ela não diz onde a pessoa está. Ela funciona depois que alguém encontrou, e diz a essa pessoa quem é, o que fazer e para quem ligar. Rastreador e Lucea são complementares: um acha quem ninguém viu, o outro resolve o encontro que já aconteceu.
Não chama o SAMU sozinha.
Não existe botão que aciona ambulância, bombeiro ou polícia por você. Quem liga é a pessoa que encontrou, e a ficha coloca o número certo na frente dela: o do país onde ela está, pelo relógio do celular dela.
Não é serviço médico nem diagnóstico.
As instruções são de primeiros socorros, escritas para leigo e iguais para todo mundo. Elas não substituem atendimento, e a ficha diz sempre que o que está ali foi declarado pela família.
Como funciona

Três momentos, e em nenhum deles alguém instala algo.

1

No dia a dia

A face de fora é lisa. Ninguém na fila do mercado sabe que ali tem uma ficha médica, e é por isso que a pessoa aceita usar todo dia.

2

Quando alguém encontra

Encosta o celular, ou aponta a câmera no QR. A ficha abre no navegador em menos de um segundo. Sem app, sem login, sem cadastro.

3

Nos doze minutos seguintes

Você recebe o aviso de que a pulseira foi lida, e de onde. Quem socorreu recebe o que fazer até você chegar.

O catálogo

Vinte e cinco condições. Cada uma com uma ordem, não um rótulo.

Escritas para quem está em pé na rua com o celular numa mão. Sem diagnóstico, sem "consulte um médico". O que fazer, nesta ordem.

Vai atrás de água
Se sumiu agora, procure água primeiro: piscina, lago, córrego, caixa-d'água. É para lá que vai, e é o que mais mata em fuga.
Epilepsia
Não segure, não ponha nada na boca. Deite de lado e olhe a hora. Se passar de cinco minutos, ligue 192.
Desconfia de estranhos
Aproxime-se devagar, de frente, sem cercar. Diga logo na primeira frase o nome de alguém de confiança.

A pulseira guarda o identificador da condição, nunca a frase. Corrigir um texto conserta toda pulseira já vendida.

E sai em português, inglês e espanhol, conforme o idioma do aparelho de quem abriu, sem mandar dado de saúde para tradutor nenhum.

A Lucea

Quem encontra tem perguntas, e nenhuma delas é um campo do cadastro.

Dentro da ficha há um campo para perguntar em texto livre. A Lucea sabe duas coisas: esta pessoa, do que a família cadastrou, e primeiros socorros, de um catálogo curto de quadros que escrevemos e revisamos. Quando não sabe, ela diz que não sabe.

"Ela toma algum remédio?"
Responde o que está na ficha clínica, ou diz que a família não declarou e que isso não é o mesmo que não haver.
"Ela está convulsionando, o que eu faço?"
Não segure, não ponha nada na boca, olhe a hora. Se passar de cinco minutos, ligue 192.
"Posso dar dipirona para a dor?"
Recusa. Dose e tratamento são de quem prescreve, e ela manda ligar para o serviço de emergência.

A pergunta não sai do aparelho. A resposta é montada no próprio navegador, e o texto foi escrito por nós, não gerado na hora.

É essa escolha que permite que a orientação de socorro seja conferida por profissional: uma frase que sai igual todas as vezes pode ser revisada, uma frase inventada a cada pergunta não pode. CPF, plano de saúde e endereço não publicado não são alcançáveis por pergunta nenhuma, porque não chegam a ser carregados nessa parte da página.

Quando a pessoa não fala

Você já ligou. Agora são doze minutos até alguém chegar.

A pessoa não fala. Você não sabe se está com dor, com medo, com sede ou se precisa de banheiro. O que se faz nesses doze minutos, hoje, é repetir a pergunta mais alto.

Uma prancha de comunicação, no bolso de um estranho

Oito figuras do lado dela, seis do lado de quem socorre, e três frases que a família escreve. Figura e palavra sempre juntas: só figura exclui quem não reconhece o símbolo, só palavra exclui quem não lê.

Tela cheia, voz só no toque, fechar no topo

O celular vai ser virado para a pessoa, e ao lado das figuras não podem estar os remédios dela. Som inesperado é gatilho sensorial, então a voz sai só quando se toca. E o "fechar" cobria "Sim" e "Não".

Antes de alguém encontrar

O resto do mercado só serve depois que um estranho escaneia.

Mas a emergência da família começa antes: começa quando ninguém encontrou ainda, e ela está na porta de casa sem saber por onde começar.

1

A casa, antes da rua

Banheiro, armário, embaixo da cama, dentro do carro. Boa parte de quem é dado como desaparecido está no próprio terreno, e sair para a rua enquanto a criança está na piscina do vizinho é o erro mais comum.

2

Toda água por perto

Piscina, lago, córrego, caixa-d'água. Na fuga de criança autista, o afogamento responde pela maioria dos casos fatais, e quem procura começa pelas ruas.

3

190 agora, e alguém fica em casa

O prazo de 24 horas é lenda: criança, idoso e pessoa com deficiência têm registro imediato. E alguém fica em casa com o telefone livre, porque a pessoa pode voltar sozinha e sair de novo.

4

Procurar é olhar, não chamar

Criança autista muitas vezes não atende pelo nome, e o grito de um adulto desconhecido faz se esconder mais. Olhe embaixo e atrás das coisas em silêncio.

A Lucea escreve também a mensagem para o grupo do bairro: a que pede uma ação, em vez de comoção.

A promessa que manda em tudo

A ficha nunca sai do ar. Nem por falta de pagamento.

Uma pessoa com Alzheimer andando pela rua com uma etiqueta que promete socorro e entrega "assinatura vencida". Quem paga esse preço não é quem deixou de pagar a conta. Então não acontece.

Continua funcionando para sempre

A ficha, os telefones, as instruções de socorro, o cartão de comunicação, o envio de localização e a ficha clínica.

O que a assinatura cobre

Escala e comodidade: mais fichas, mais gente cuidando junto, histórico longo, aviso por push e WhatsApp.

Aviso por e-mail é grátis

Cobrar para avisar que a mãe de alguém foi encontrada é um negócio que não vale a pena existir.

Cancelar é um botão

Pelo mesmo meio da contratação, com a conta da multa proporcional à mostra antes de você confirmar.

Preço

O kit vem grátis com a assinatura.

Grátis tem uma condição, e ela está aqui: no mensal há fidelidade de 12 meses, porque o kit sai antes de ser pago. Cancelando antes, a multa é proporcional ao que falta e cai mês a mês até zero. No anual à vista não há fidelidade nenhuma.

Não existe comprar só o kit e ir embora, e isso é deliberado: cobrando o produto dentro da mensalidade, quem para de pagar gera uma dívida, e dívida se cobra pelos meios normais, nenhum deles apontado para o pulso de alguém. Peça a mais para uma segunda ficha é comprada à parte, porque cada uma é um objeto que a gente fabrica e envia.

Gratuito
R$ 0 /mês

sem cartão, sem prazo, e não expira

  • Uma ficha, para montar tudo e abrir a página exatamente como um estranho veria. É o provador.
  • A pulseira NÃO vem no gratuito: o kit grátis vem com a assinatura paga, que tem fidelidade de 12 meses no mensal. Sem a peça, a ficha existe e ninguém tem como abri-la na rua.
  • Um responsável, histórico de 30 dias, aviso por e-mail
  • Assinando depois, a ficha que você montou continua a mesma: nada é redigitado, e a pulseira é ligada a ela em dois toques
Criar conta e ver como fica
Individual
R$ 19 /mês

ou R$ 199/ano à vista, que sai por R$ 16,58 por mês e não tem fidelidade

  • Uma ficha, para uma pessoa ou um animal
  • Kit grátis ao assinar, com fidelidade de 12 meses no mensal: dois miolos com o mesmo código, a pulseira travada e um segundo suporte à escolha (relógio, cadarço, costurado na roupa, chaveiro, colar ou broche). Para animal, a placa de coleira.
  • Duas pessoas cuidando junto, porque uma filha e o marido cuidando da mesma mãe é o arranjo mais comum que existe
  • Histórico de 365 dias, aviso por push e WhatsApp
  • No mensal, fidelidade de 12 meses, porque o kit sai antes de ser pago. A multa é proporcional ao que falta e cai mês a mês.
Começar com uma ficha
Família
R$ 39 /mês

ou R$ 399/ano à vista, que sai por R$ 33,25 por mês e não tem fidelidade

  • Até 5 fichas: o pai, a mãe, o filho e o cachorro na mesma conta
  • Até 5 pessoas cuidando junto, cada uma com a própria senha e o próprio aviso no celular
  • O kit da primeira ficha vem grátis, com a mesma fidelidade de 12 meses no mensal. As outras peças são compradas à parte, porque cada uma é um objeto que a gente fabrica e envia.
  • Histórico de 365 dias, aviso por push e WhatsApp
  • Mesma fidelidade e mesma tolerância de 15 dias depois do vencimento, com tudo funcionando
Começar com a família
Institucional
R$ 9 por ficha/mês

mínimo de 20 fichas, ou R$ 180 por mês

  • Fichas sem teto, para asilo, escola, clínica e prefeitura
  • Importação de planilha: a lista que já existe na recepção vira quarenta fichas, em vez de quarenta formulários preenchidos à mão
  • Agrupamento por setor ("Ala Azul, quarto 12"), que organiza a lista de quem cuida e não aparece na página pública
  • Até 20 responsáveis, histórico de 730 dias, emissão de lote e painel de operador
  • Kit negociado por volume
Falar com a gente
Como tratamos os dados

Ao assinar você aceita os termos de uso, que dizem em dez linhas o que a Lucea faz e o que ela não faz. A ficha de resgate não é bloqueada por falta de pagamento.

Perguntas

As que sempre aparecem.

Meu pai não vai usar pulseira.

É a dúvida mais comum, e a mais legítima. Por isso o kit traz dois miolos com o mesmo código: um vai na pulseira, e o outro num suporte que ele não tira, costurado na gola do casaco, preso na correia do relógio ou no cadarço. Esses suportes vêm travados, e só abrem com a chave que fica com a família.

É a mesma coisa que um AirTag?

Não, e são complementares. O rastreador acha quem ninguém encontrou ainda. A Lucea funciona depois que alguém encontrou, e diz a essa pessoa o que fazer e para quem ligar. Rastreador no bolso, Lucea no pulso.

É seguro colocar dado de saúde na internet?

Quem tiver o endereço da ficha vê a ficha, e tem de ser assim, porque quem encontra na rua não tem login. O que protege é o código ser impossível de adivinhar e a listagem estar fechada no servidor. CPF, plano de saúde e o endereço completo nunca saem do seu cadastro, e o endereço só aparece se você marcar. Os dados ficam em São Paulo, e está tudo em privacidade.

Funciona em qualquer celular?

O NFC funciona em iPhone a partir do XS e na maioria dos Androids com a função ligada. Para os demais, o QR ao lado resolve. E o telefone principal vai impresso na peça, para o caso de não haver sinal nenhum.

Tem plano gratuito? O que ele dá?

Tem, e ele não está na tabela de preços porque não está à venda: é o estado da conta antes de assinar e depois de cancelar. Antes: você cria a conta, monta a ficha inteira e abre a página para ver exatamente o que um estranho veria, sem pagar nada e sem cartão. Depois: se você cancelar, a ficha de resgate da pulseira que já está no pulso continua funcionando para sempre, com uma ficha, um responsável e 30 dias de histórico. O que o gratuito não tem é a pulseira: a peça física vem dentro da assinatura, e sem ela a ficha existe mas ninguém tem como abrir na rua.

E se a gente viajar?

A ficha vai junto e não precisa de ajuste. As instruções e a linha de emergência mostram o número do país onde estiver o celular de quem encontrou: 112 na Europa, 911 nos Estados Unidos, 192 aqui. Quem abrir vê a tela em português, inglês ou espanhol, conforme o aparelho, e pode trocar de língua na própria ficha. O que a família escreveu à mão (nome, recado) sai no idioma em que foi escrito, e a página avisa isso: mandar dado de saúde de uma criança para uma API de tradução seria pior do que mostrar em português.

E se ele nunca se perdeu?

A maioria nunca se perdeu, até o dia em que se perde. Mas não é só sobre sumir: se ele cair na rua e alguém chamar o SAMU, a equipe encontra o tipo sanguíneo, os remédios e o seu telefone em cinco segundos, em vez de esperar alguém reconhecer.

Comece pela ficha

Cadastre grátis e veja como fica antes de assinar.

A pulseira chega depois. A ficha você monta hoje, em dois minutos.

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